sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

A Ignorância aprisiona, só o conhecimento liberta.

ig.no.rân.ciasf (lat ignorantia) 1 Estado de quem é ignorante. 2 Desconhecimento. 3 Falta de instrução, falta de saber. 4 Imperícia, incapacidade. Var: ignoração.

Na minha opinião, o ignorante é aquela pessoa com uma venda nos olhos que tenta direcionar o caminho aos outros. É muito comum encontrarmos pessoas convictas das coisas, certas do caminho certo, crentes de suas palavras. Eu penso que a ignorância é uma prisão porque o ignorante é sempre o dono da "verdade". O ignorante ignora seus erros, ignora sua falta de modéstia, ignora outras opiniões, outros caminhos, ignora o mundo e passa a habitar em seu próprio "mundo", onde as coisas são como ele quer que sejam. Ele falta com respeito com as pessoas por não levar em consideração o que elas pensam, se julgam certos sempre, e com isso excluem qualquer outra forma de pensamento. Criam as próprias grades, são os próprios carcereiros, limitam o próprio ser.
O Conhecimento Liberta. Quando você se propõe a rever o que pensa, pode descobrir outros mundos. É simples como trocar de óculos, em um instante está com um, logo depois com outro diferente. É o mesmo mundo, os mesmos olhos, o que mudou foi a disposição em mudar (a lente). Um aspecto interessante que o conhecimento proporciona é a humildade, pois você passa a "conhecer" cada vez mais, e no fim percebe que tem muito a aprender ainda. Percebe que preconceito e intolerância são as armaduras do ignorante. O ignorante, pensa que sabe de tudo que precisa e que não precisa de mais conhecimento.
Com disposição a aprender você é livre pra viajar, conhecer coisas novas, mundos novos, outros universos, mesmo que sem sair do lugar, apenas em uma conversa. É livre pra dizer: "Eu estava enganado". É livre para para pedir desculpa, voltar atrás e fazer diferente, fazer certo desta vez. Tudo que disse é apenas a minha impressão sobre a ignorância e conhecimento, porém posso estar errado, como tenho visto frequentemente acontecer.
Então, tire suas conclusões também.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

"Seria cômico, se não fosse trágico."

Por que será que a maioria de nós gasta tanta energia dizendo que não farão certas coisas, perdem metade do tempo dizendo "não farei isso", e a outra metade passam justificando porque as fizeram? Ficam na defensiva, procuram explicações, culpados, argumentos e até mentiras para justificarem seus atos. Nem se quer lembram do tempo que perderam negando que fariam aquilo. Isso acontece com muitas pessoas, quem nunca fez atire a primeira pedra. O intuito não é condenar essas atitudes (se é que podem ser chamadas assim), mas sim analisarmos a sua ineficácia. Esta ação está ligada principalmente ao conceito das pessoas que sabem que vão morrer um dia, mas não têm consciência disso. Dizem "vou morrer, todos morrem", mas pensam que será daqui a quinhentos anos. Agem como se fossem viver para sempre, e às vezes agem como se não houvesse amanhã. Não seria mais eficaz falar de coisas que quer fazer, quer realizar e fazê-las? Por que perder tempo com as coisas que você não gosta, repudia, não aceita, condena, rupugna? Em vez de falar de coisas que não gosta, não seria melhor falar das que gosta? Não seria mais produtivo, prazeroso e inteligente?
Não seria melhor falar de coisas e faze-las acontecer, em vez de falar de coisas que não podemos deixar que aconteçam?